Ola minhas(meus) leitoras(es) queridas(os), é com muito esforço e dedicação que estou conseguindo criar o meu próprio site, para isso preciso da ajuda de vocês Eu gostaria que me dessem sugestões, opniões e me digam em que posso mudar para melhorar a visualização do mesmo, beijos da Kellyfe.
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minha escrava submissa

minha escrava submissa

Autor Kellyfe

Quando eu tinha de 18 pra 19 anos, tive uma fase na minha vida que todos me diziam que eu era perversa, pois eu gostava de judiar de garotas tipo submissa, mas eu achava tudo aquilo normal e nem ligava para o que os outros diziam. Nessa época conheci a Dra. Ane Ventura, que era uma mulher bem mais velha que eu, talvez uns 35 anos, casada, mas extremamente linda. Ela é uma advogada e seu marido e dono de um escritório mais conceituado da minha cidade, na realidade eu já a conhecia, mas não na intimidade. Num belo sábado, algumas amigas me convidaram pra sair e fomos dar um passeio no shopping, depois de algumas horas elas disseram que iriam embora, mas eu como estava super a fim de me divertir, fiquei sozinha mesmo, então fui à rodoviária, peguei um ônibus indo para uma cidade vizinha. Chegando lá, encontrei algumas amigas que estavam bebendo numa lanchonete, me juntei a elas e ficamos conversando, até que uma delas deu a ideia de irmos para uma boate GLS, que topamos na hora. Entramos na boate, que já estava superlotada e fomos direto pra pista dançar. Quando já estávamos cansadas, resolvemos sentar um pouco pra bebermos alguma coisa, só que na saída da pista vi uma mulher, dançando e dando uns agarro em outra mulher num canto da boate, percebi então que se tratava da Dra. Ane e sem que me visse eu cheguei próximo a ela e a cumprimentei com uma cara de surpresa, quando ela viu que era eu, pois já nos conhecemos de uma festa na casa de um tio meu, ficou toda vermelha, amarela, sei lá que cor era, rsrs, de tanta vergonha de mim. Aí eu disse pra que ela ficasse sossegada, pois eu era super discreta e que ninguém iria saber que ela estava numa boate Gay, mas ela teria que me dar uma carona na volta. Passado o susto ela conseguiu dizer alguma coisa e concordou em me levar. Despedi-me dela dizendo pra que se divertisse bastante, pois eu estaria pela boate com minhas amigas e pra ela não se esquecer de mim, quando for embora, ela ainda atordoada moveu sua cabeça positivamente. Eu então dei uma piscada bem safada pra ela e fui me juntar com minhas amigas. Passado algumas horas a Dra. Ane me procurou dizendo que já estava indo embora, então eu me despedi das minhas Amigas e a segui até seu carro. Antes de sair com o carro ela deu um suspiro longo e me disse pra que eu jamais dissesse pra alguém que a tinha encontrado em uma boate Gay, muito menos pra sua família, pois ninguém fazia à mínima ideia que ela curtia aquilo, ai eu toda suprema, disse que ela poderia ficar sossegada, pois não contaria nada desde que ela fosse boazinha comigo e peguei meu celular e mostrei algumas fotos que eu havia tirado dentro da boate, sendo todas as fotos dela se pegando com a outra garota, quando ela viu as fotos quase desmaiou de susto, e me disse quase chorando pra que eu não brincasse com ela e nem mostrar pra ninguém aquelas fotos, inclusive pra sua família, pois ela era uma mulher respeitada na sociedade e tinha um casamento estável. Eu a acalmei dizendo pra ela ficar tranquila, pois eu não mostraria pra ninguém, mas ela teria que realizar alguns desejos meus. Então ela se acalmou e eu disse pra irmos embora pra casa, mas antes que ela saísse com o carro eu mandei que ela ficasse totalmente nua pra dirigir, ela de novo me olhou assustada e disso que não faria aquilo, então mostrei meu celular a ela e disse que a decisão era dela, pois com apenas num clique eu espalharia suas fotos na rede, ela então sem poder lutar, tirou toada sua roupa, ficando completamente nua. Deu a partida no carro e ainda com uma cara que misturava raiva e choro seguiu para a nossa cidade, no caminho perguntei a ela onde estava seu marido e filhos, ela me respondeu que seu marido tinha viajado e volataria no outro final de semana e seus filhos estavam de ferias no sitio dos avós em São Paulo e voltariam em 15 dias. Então eu dei um sorriso malicioso e falei que tinha gostado da noticia, pois eu teria uma escrava por uma semana inteira. Ela me olhou assustada e perguntou o que eu iria fazer e eu com um sorriso disse pra que ela seguisse até sua casa, pois como meus pais não estariam em casa por uma semana, eu iria ficar com ela, e sem dizer mais nada ela seguiu pra sua casa e guardou seu carro na garagem. Saímos do carro, e logo tirei outra foto com ela ainda nua, ela abriu a porta e entramos, já na sala tirei outra foto e a chamando de vadia perguntei ha quanto tempo ela curtia boates gay e mulheres. Ela me olhou e disse que desde solteira que gostava, mas que ninguém da sua família ou amigos sabiam e nem poderiam saber daquele seu fetiche. Ai eu falei que eu não sabia que ela era tão safada assim, a ponto de conseguir esconder todo esse tempo. Ela deu um suspiro profundo tentando reunir todas as suas forças respondeu, que antes ela morava em São Paulo então era fácil de esconder, depois que mudara pra minha cidade ela foi poucas vezes em boates e naquela que eu a encontrei seria a sua primeira vez, e quase implorando disse pra que eu apagasse as fotos e não tirasse mais, que ela me daria um bom dinheiro pra mim. Então dei uma gargalhada e disse que não era dinheiro que eu queria e sim fazê-la de minha escrava por alguns dias, pois aquilo era um grande fetiche meu. Foi ai que percebi nos seus olhos que no fundo ela estava gostando da ideia. Ela me disse que toparia ser a minha escrava, mas perguntou por quanto tempo iria durar aquela brincadeira. Então disse com uma voz firme, que ela perguntava demais e o tempo iria durar até quando eu quisesse, continuei com minha cara de séria e mandei que ela ficasse de quatro igual uma cadela. Fui até seu quarto e peguei um cinto de couro no seu armário, voltei para sala e mandei-a a caminhar igual uma cachorra no cio, ela obedeceu, mas parou antes que eu mandasse, então lhe dei uma cintada bem forte na sua bunda, a fazendo soltar um grito alto e eu disse que ainda não tinha a mandado parar. Ela sentindo a dor da cintada em seu traseiro e instintivamente levou as mãos ao bumbum, eu pra a fazer tirar sua mão dei outra cintada e a chamando de cadela falei pra que tirasse as mãos da sua bunda, se não quisesse levar cintada em seu rostinho lindo. Ela então tirou as mãos do bumbum, continuando a caminhada. Eu sentei no sofá, cruzei minhas pernas e fiquei a observando. Depois de alguns minutos me levantei, passei o cinto em volta do seu pescoço e a puxei pra que ficasse em pé na minha frente, coloquei uma das minhas mãos em seu seio e comecei a apertar o seu biquinho rígido, enquanto com a outra mão dava tapas e mais tapas em sua bunda, apertando suas nádegas. Continuei a dar tapas na bunda e beliscões nos bicos dos seus seios, aquilo estava me deixando muito excitada, percebi que ela também se excitava, pois, sua boceta começou a ficar molhada. Então dei uma risada e perguntei se ela gostava de ser tratada daquele jeito, ela não disse nada, mas eu sentia que ela se excitava muito ao ser tratada como uma escrava sexual, mas ela não queria admitir. Então apertei e torci com ainda mais forte seus bicos, a fazendo soltar gemidos altos e ordenei pra que ela respondesse a minha pergunta, ela quase chorando de dor, respondeu que nunca havia passado por uma humilhação igual àquela e não estava gostando. Então levei minha mão até sua boceta melecada, meti dois dedos dentro dela e perguntei num tom irônico o porquê então que ela estava excitada, ela permaneceu sem dizer nada. Então apertei um pouco mais o bico do seu seio e ela deu um grito de dor dizendo que ela estava sim com muito tesão, mas que eu não precisava judiar tanto dela como estava fazendo.
Continua.....

 

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